A Associação Portuguesa dos Industriais de Carne (APIC) reafirmou o compromisso do setor com elevados padrões de segurança e qualidade, assegurando que o abate de animais em Portugal só ocorre após aprovação de um médico veterinário oficial, no âmbito de um sistema rigoroso e supervisionado pela Direção-Geral de Alimentação e Veterinária (DGAV).
A APIC reafirmou este sábado, 28 de março, o seu compromisso com os mais elevados padrões de segurança, qualidade e cumprimento das normas em vigor na produção de carne em Portugal, na sequência de imagens recentemente divulgadas.
Segundo a associação, em território nacional não existe abate de animais sem a prévia aprovação de um médico veterinário oficial, independente e designado pela DGAV. A estes profissionais compete assegurar a inspeção sanitária dos animais vivos antes do abate, bem como validar a aptidão da carne destinada ao consumo humano, num processo conduzido de acordo com normas estritas e sob supervisão contínua das autoridades competentes.
Neste contexto, a APIC sublinha e enaltece o papel da DGAV e dos médicos veterinários oficiais, considerando que a sua atuação é determinante para garantir a confiança dos consumidores e a integridade de toda a cadeia de produção.
De acordo com a associação, a produção de carne em Portugal assenta num sistema robusto, transparente e devidamente fiscalizado, assegurando que apenas produtos que cumprem integralmente todos os requisitos legais chegam ao mercado.
O comunicado da APIC surge em resposta a um programa emitido na RTP sobre uma exploração de suínos vivos.
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