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8 ATUALIDADE MAIS NOTÍCIAS DO SETOR EM: WWW.IALIMENTAR.PT • SUBSCREVA A NOSSA NEWSLETTER Südpack aposta em embalagens monomaterial para massas frescas A Südpack desenvolveu soluções de embalagem para massas frescas que combinam filmes de elevado desempenho com estruturas monomaterial de polipropileno (PP), concebidas segundo princípios de Design for Recycling (DfR). As propostas abrangem formatos flow pack e termoformados destinados a produtos como gnocchi, Spätzle, ravioli e outras massas recheadas, procurando conciliar proteção do alimento, eficiência de materiais e reciclabilidade. A elevada humidade das massas frescas exige às embalagens propriedades de barreira e capacidade para preservar a vida útil dos produtos. Ao mesmo tempo, a evolução deste segmento tem levado os fabricantes a trabalhar com diferentes formatos, porções e propostas de produto, aumentando a necessidade de soluções de embalagem adaptadas a diferentes requisitos de conservação e processamento. Por tudo isto, a Südpack recorre à coextrusão para combinar diferentes camadas funcionais num único filme, ajustando características como propriedades de barreira, resistência mecânica, capacidade de selagem e processabilidade. Segundo a empresa, esta tecnologia permite, em determinadas aplicações, obter o desempenho necessário com espessuras inferiores às de estruturas laminadas, reduzindo o consumo de matéria-prima e o peso da embalagem. Setor alimentar prepara norma global para calcular a pegada dos produtos A Global Sustainable Transition Alliance (GSTA), uma aliança internacional de empresas, organizações não governamentais (ONG), consultoras e fornecedores de ferramentas de avaliação de produtos, está a desenvolver uma norma global para calcular a pegada ambiental dos produtos no setor alimentar e das bebidas. A iniciativa, lançada em março de 2026 pela Waste and Resources Action Programme (WRAP) e pela Wageningen University & Research (WUR), pretende criar um método comum para quantificar, numa primeira fase, as emissões de gases com efeito de estufa (GEE). A nova norma procura responder à diversidade de métodos atualmente utilizados pelas empresas para calcular a pegada ambiental dos produtos. De acordo com a GSTA, a utilização de diferentes metodologias e bases de dados pode originar resultados inconsistentes, dificultando a comparação dos impactos ambientais entre produtos e ao longo das cadeias de abastecimento. O trabalho da aliança pretende estabelecer regras mais específicas e detalhadas para permitir que as pegadas dos produtos sejam comparáveis, independentemente da entidade responsável pelo cálculo. Para esse efeito, a GSTA vai alinhar a metodologia com referenciais internacionais, incluindo o Greenhouse Gas Protocol (GHG Protocol), a Science Based Targets initiative (SBTi), a Partnership for Carbon Transparency (PACT), a International Organization for Standardization (ISO) e a Product Environmental Footprint (PEF).

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