BF19 - iAlimentar

ENTREVISTA 21 bebidas, horeca, máquinas, equipamentos e tecnologias. Nesta edição, reforçamos o nosso compromisso com os eixos estratégicos da internacionalização, da inovação, da sustentabilidade e da valorização da produção nacional, pilares transversais aos três salões que compõem a LFA: Food&Beverage, Horeca e Technology. Acompanhando as tendências e os dados que o mercado vai fornecendo, nomeadamente na importância crescente do setor Horeca, destacamos a expansão do salão Horeca, que continua a ser um dos pilares da LFA e um motor de crescimento para os visitantes profissionais. Em 2025, este canal representou 39% do visitante profissional da LFA, um indicador claro da sua importância estratégica e da procura por soluções, equipamentos, serviços e tecnologias que modernizem a restauração e a hotelaria. Neste mesmo sentido, destacamos a renovação da parceria estratégica com a DIG-IN, pelo terceiro ano consecutivo, reforçando a aposta na digitalização e na eficiência operacional para este setor. O posicionamento alcançado junto da hotelaria e restauração é igualmente resultado da parceria que mantemos desde a primeira edição com a AHRESP, potenciando a relevância da LFA e o seu papel dinamizador junto dos visitantes profissionais. Estas colaborações reforçam a nossa missão de apoiar um setor central para a economia nacional, promover o conhecimento, a eficiência e soluções inovadoras que respondam às novas exigências da restauração e da hotelaria. A mensagem que queremos que o mercado retenha é a de que em 2026, a LFA será o ponto de encontro indispensável para quem procura inovação, network, conhecimento e oportunidades reais de negócio em toda a cadeia de valor do setor alimentar. O setor alimentar atravessa um ciclo exigente, marcado por metas ambientais, evolução do consumo e volatilidade nos custos e na logística. Na sua leitura, qual é hoje o maior desafio que se coloca às empresas da fileira agroalimentar? Hoje, o maior desafio para as empresas é conseguir equilibrar competitividade, sustentabilidade e inovação num contexto de mudança acelerada. A pressão é transversal a toda a fileira com custos imprevisíveis de matérias-primas e energia, volatilidade logística, metas ambientais ambiciosas e um consumidor cada vez mais atento, informado e exigente. Além destes fatores, podemos identificar três outras dimensões críticas que estão a marcar a agenda: a transformação digital, que já não é opcional. As empresas precisam de dados, automação e ferramentas de eficiência para responder às margens cada vez mais apertadas. A parceria LFA–DIG-IN reforça precisamente esta urgência, trazendo conhecimento e tecnologia que ajudam o setor a tomar decisões mais informadas; O ritmo da inovação, que se intensificou. Reformular produtos, responder à procura por opções mais saudáveis,

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